segunda-feira, 3 de maio de 2010

PARTO NATURAL

Parto Natural

Tradições e costumes em torno do parto são tão amplos e variados, como há pessoas na terra. Eles são freqüentemente influenciados pelas condições ambientais e sociais obtidas no âmbito de determinada área; no entanto, um conhecimento a respeito do curso natural e das curas corre através de um fio comum.


Anciões Etíopes consideravam o casamento de uma maneira um tanto diferente da maioria dos povos modernos dos dias de hoje – o propósito da união era o advento de crianças. As crianças eram uma bênção do Criador e um casamento estéril era considerado uma maldição. Embora nós possamos perceber que, em um tempo em que a mortalidade infantil era comparativamente alta e a doença da fome e da seca eram potentes fatores, tal ênfase na produção de crianças era de se esperar. Devemos perguntar se tais ligações propositais enraizadas nas necessidades da comunidade, e apoiadas pela dita comunidade não iria florescer como árvores "plantadas nas águas do rio”.


A futura mãe geralmente ia para a casa de sua família para o parto, que era assistido por uma parteira.


Um pedaço de metal era mantido perto de sua cabeça para "afastar o mau". As crianças do sexo masculino eram as mais desejadas, pois ajudavam a proteger o interesse social e econômico da família. As crianças eram alimentadas no peito até os dois anos, e depois, gradualmente desmamados, eram introduzidos alimentos sólidos.


Como o honorável Marcus Garvey disse uma vez, a educação não é meramente um processo de absorção de novas idéias, mas também a eliminação das velhas e incorretas. Nossas mentes devem ser limpas dessas idéias que inspiram medo e dependência. O parto é atualmente uma questão tecnológica, com o atendimento da Babilônia.


Se a mãe é saudável, alimenta-se com "Ital" (alimentos naturais), descansa e se exercita o suficiente, sabe como respirar de maneira consciente e relaxar, e ter uma atitude positiva, 97% dos partos, nessa situação, são totalmente sem complicações.


O modelo de hospital para partos é uma invenção recente Européia. Desde os tempos antigos, as mulheres davam à luz com a assistência de parteira e outras mulheres da comunidade, a maior parte das nossas avós tinham habitualmente atendimento para seus numerosos partos. Ela lidaria com praticamente qualquer complicação (incluindo os nascimentos invertidos, que leva a maioria dos médicos a recorrerem ao bisturi) e ficavam ajudando mãe e filho por nove dias.


As coisas mudaram; essa mudança é um apregoado progresso. Um olhar sobre os dados colocará essa noção de lado. No coração da Babilônia, Nova Iorque, a taxa de cesarianas é de 1 a 4 (em nível nacional, os E.U.A é 1 em cada 5). Será isto um real progresso, quando 25% dos bebês nascidos no centro tecnológico da "Amerikka" são puxados para fora através de ferimentos infligidos sobre as barrigas de mães? É obviamente uma bruta barbárie, um hipócrita jogo de mercenários, do qual os africanos são as vítimas mais freqüentes. Temos de acabar com esta loucura e criar um meio positivo de trazer um novo espírito para a terra nas habitações de seus pais, assim que possível.

Texto escrito por uma Anciã Rastafari em 1988


Mais informações sobre Parto Humanizado na realidade do Brasil

Um comentário:

  1. Hoje podemos usar a referência de nosso país, onde, na rede privada, os nascimentos chegam a níveis de 90% de cesarianas!
    E a média em todo país, incluindo a rede pública chega a meio a meio.
    E então? Desaprendemos a parir? Ninguém pensa no desequilíbrio ambiental que isso vai nos causar daqui há alguns anos...
    Mulheres, empoderem-se! Nós somos donas dos nossos partos e temos que ser protagonistas deles. Informem-se e corram atrás de seus direitos!
    Para se informar melhor e conseguir um grupo de apoio, entrem em: www.partodoprincipio.com.br ou www.amigasdoparto.com.br
    Com amor de mãe,
    Gisele (mãe de Cora, 4 anos, nascida de parto natural em casa de parto, sem anestesia, sem médicos e quaisquer intevenções no processo fisiológico)

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* * * * * * * * Projeto Omega Nyahbinghi * * * * * * * *

O Projeto Omega Nyahbinghi visa ressaltar o aspecto Omega (feminino) do Nyahbinghi.

Nyahbinghi representa VIDA. Princípio sem fim. Representa o retorno à vivência original, a resistência a toda a opressão e dominação, a tudo que nos desvia do caminho da Verdade. A maior representação da Vida é a batida do coração. Nas celebrações Rastafaris os tambores africanos representam através de seus toques a batida do coração-Vida-Nyahbinghi.

Assim, esse projeto consiste em ressaltar e fortalecer o feminino da vivência Rastafari, em elevar e destacar a Mulher Original – Rainha Omega I!

Esse projeto se faz importante pelo grande desconhecimento existente, em especial no Brasil, do que é e de quem é a Mulher Rastafari, e a que essa expressão se refere. O que acaba passando a impressão, para muitos, de que Rastafari é um Movimento especialmente masculino, quando não machista, o que não é uma verdade.

Omega Nyahbinghi é um projeto desenvolvido por Sistas Rastafaris no Brasil.

Objetivos:

Difundir e vivenciar, onde estivermos, os ensinamentos, vida e exemplo de Sua Majestade Imperial Imperatriz Menen I, em Seu aspecto Alfa e Omega, ao lado de Sua Majestade Imperial Imperador Haile Selassie I, Respeito, Equilíbrio, Amor.

Amar a JAH acima de todas as coisas e Amar ao próximo como a nós mesmos: Eu&Eu em JAH RASTAFARI

Ações:

SUSTENTABILIDADE

EDUCAÇÃO

SAÚDE

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